Como superei a depressão

Por: Cristina Amor Bodega (Spain)

Sou Cristina Amor Bodega, doutora em biologia e terapeuta natural. Você pode deduzir que sou uma amante da natureza e de tudo que posso fazer com minhas próprias mãos.

Quero compartilhar com vocês o que me levou a ter depressão e como consegui superá-la sem a necessidade dos medicamentos, além de mudar o rumo da minha vida profissional e me dedicar a acompanhar outras mulheres para melhorar a qualidade de vida delas.

Desde criança fui uma boa menina, responsável, respeitosa, que não transgredia as regras e fazia o que a sociedade prega, era uma boa aluna, filha, irmã, esposa, mas… antes de ser mãe, entrei em depressão.

Assumi bastante o papel de cuidadora, o que nos faz esquecer de cuidar de nós mesmos e isso, junto com todos os meus outros papéis de responsabilidade excessiva, o respeito pelos outros sem me respeitar e com grande sensibilidade, estava me afundando e me minando.

Foi no início de 2004 que entrei em depressão onde perdi completamente a vontade de viver. Não via sentido na vida, não tinha energia para me levantar e começar um novo dia, me isolei dos amigos e até da minha própria família, perdi meu emprego, só tinha pensamentos negativos e catastróficos, me irritava facilmente, não me via capaz de fazer nada e me odiava por isso. Além disso, a tensão que esse estado mental gerou em mim também me afetou fisicamente.

Embora em plena depressão você sinta uma solidão profunda, a realidade é que nunca estamos completamente sozinhos e lá estava a ​​minha família que se preocupava em me levar aos profissionais que no início me acompanharam para sair dessa doença, pouco entendida e que te cancelava como pessoa.

As primeiras terapias que conheci foram Reiki e flores de Bach! E preferi continuar com este tratamento em vez de tomar os medicamentos que meu médico prescreveu. Para mim foram os meus pilares durante muito tempo e os que inicialmente me ajudaram a recuperar as minhas energias e a equilibrar as minhas emoções, que iam à loucura, trocando uma profunda tristeza pela alegria de viver.

Aos poucos fui me descobrindo como pessoa, me aceitando como sou, evoluindo para minha melhor versão e descobrindo minha verdadeira vocação como mencionei no início. Por isso continuei a treinar e a descobrir outras terapias e ferramentas como a técnica de Coerência Cardíaca, Reflexologia Podal e Constelações Familiares entre outras, que serviam também para modificar esses comportamentos nocivos para consigo próprio.

Foram anos de intenso trabalho pessoal e de acompanhamento de outras mulheres para superar essa doença que nos prejudica como pessoa, mas o resultado tem sido mais do que satisfatório em minha vida.

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